INSIGHTS – COACHING, EMPREENDEDORISMO SOCIAL & INOVAÇÃO

Aparte

A Revista Insights e
ComeçaAgora - Coaching Yourself
apresentam o Evento

INSIGHTS – COACHING, EMPREENDEDORISMO SOCIAL & INOVAÇÃO

Como utilizar a metodologia do Coaching para desenvolver o seu potencial pessoal e profissional.
Como transformar as limitações em recursos poderosos tal como fazem os grandes atletas, líderes e empreendedores.

Painel 1 – Como transformar as limitações em recursos poderosos.

10h00 – Sessão de Abertura – Universidade Lusófona
10h20 – “Atitudes Transformadoras” – João Catalão
10h40 – “Psico-Fisiologia de Excelência” J.J. Lupi
11h00 – “Projeto Liga-te” – Manuel Leite
11h20 – Perguntas & Respostas
11h25 – Coffee Break

Painel 2 – Como desenvolver o seu potencial pessoal.

11h55 – “Se não acreditar em mim, quem o fará?” Maggie João
12h15 – “Sistemas de Sucesso. Escolhe o teu.” Eduardo Parreira da Fonseca
12h35 – “Grupo de Influência” Inácio Cristo Dias
12h55 – Perguntas & Respostas
13h00 – Almoço

Painel 3 – Como desenvolver o seu potencial profissional.

14h30 – “Os níveis de consciência como chave para o seu desenvolvimento Profissional” Teresa Botelho
14h50 – “Criatividade & Inovação em Business e Talent Development” Sílvia Viola
15h10 – “Como ganhar a vida com o teu propósito de vida.” Joana Areias
15h30 – Perguntas & Respostas
15h35 – Coffee Break

Painel 4 – Empreendedorismo Social & Inovação.

16h05 – “Empreendedorismo Social & Inovação.”
16h35 – Perguntas & Respostas
16h40 – Sessão de Encerramento

Ver folheto oficial do Programa aqui.

Data

Sábado, 16 de Novembro de 2013
Das 10h00 às 17h00

Local de Realização

Universidade Lusófona de Lisboa
Auditório Agostinho da Silva
Campo Grande, 376
1749-024 Lisboa

Lugares limitados. Garanta agora o seu lugar. INSCREVA-SE!

Entrada*

Preço bilhete 10€.
Comprar Bilhete aqui.
* A Inscrição inclui documentação e coffee-breaks.

Documentação

Será disponibilizada a todos os participantes documentação relevante para o evento.

Notas

- programa sujeito a eventuais alterações
- o almoço não está incluído no preço da inscrição

Informações e inscrições

Revista Insight - www.revistainsights.pt
Telf.: 211 920 730 ou Telm.: 927 341 480
insights@revistainsights.pt

Editorial | Insight: uma questão de sorte ou inteligência?

Aparte

Insight: uma questão de sorte ou inteligência?

De onde vêm os Insights? O que é preciso para uma pessoa ter Insights? Por que algumas pessoas são tão boas em ter Insights e outras parecem menos afortunadas? Será uma questão de sorte? Será uma questão de inteligência? Será que eu também sou capaz de ter um Insight? Irei desmistificar o significado da palavra Insight.

06 EditorialRevista 1 1024x682 Editorial | Insight: uma questão de sorte ou inteligência?

Segundo o Dicionário Oxford de Etimologia, Insight é uma palavra composta da preposição IN (dentro) + a palavra SIGHT que é provavelmente de origem Germânica ou Escandinava e significa: – uma visão mental ou percepção; penetração através do entendimento. Segundo o que consta nos dicionários, a sua origem foi aproximadamente por volta do ano de 1580.
Como uma palavra tão simples pode ter um significado tão importante? Inovação parece um tema tão actual, mas as pessoas já tinham Insights há quase 500 anos? Na verdade as pessoas têm Insights há muito mais tempo. Um Insight é um fenómeno natural humano oriundo da capacidade do homem de raciocinar, questionar e de reflectir sobre temas, mesmo que a linguagem não tenha meios de expressá-lo. Em Português, por exemplo, não temos uma palavra para expressar este significado, por isso utilizamos esta expressão emprestada do inglês e incluímos o nosso próprio significado. Segundo o Dicionário Moderno da Língua Portuguesa, Insight significa: Poder de discernimento e compreensão das coisas; conhecimento intuitivo repentino para a solução de um problema.

A capacidade de um indivíduo de ter um Insight está ligada directamente à sua capacidade de exercitar a sua intuição na busca do sentido e compreensão do mundo à sua volta.

Um bom Insight precisa ser um acontecimento novo, diferente ou um facto que ocorra frequentemente.
Uma confusão muito comum é pensar que um Insight significa encontrar uma solução, um Insight significa ter a intuição sobre qual é o problema central que, resolvido, será transformado numa solução que irá gerar uma inovação. Enfim, um Insight é o encontro do ser humano com a essência do problema. Bons Insights não são descobertos, eles são desenvolvidos.

Depois de descrever o significado da palavra “Insights” fica claro porque escolhi este nome para a revista: quero dar ao leitor artigos de grande relevância, que permitirá desenvolver um bom Insights. A revista organiza-se em duas grandes áreas: Saúde/Bem-estar e Desenvolvimento Pessoal. A primeira, quebrando barreiras entre a medicina Tradicional e as Medicinas Complementares, incidirá em temas e terapias de ambas as áreas, por vezes cruzando-as, na lógica da Medicina Integrativa. A actividade física e a alimentação saudável, nas múltiplas vertentes, serão sempre abordadas. A segunda irá abranger a psicologia, o Coaching ou a Programação Neurolinguística (PNL), sem esquecer temas como a Motivação. Iremos também manter o leitor informado sobre os avanços científicos e acontecimentos inéditos na área da medicina.

Convido o leitor a embarcar nesta viagem rumo à Felicidade. Encontrará em cada revista uma nova visão da vida para si e para os que mais ama.

Elsa Carvalheiro
Diretora

Um lugar chamado simplicidade…

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Avanços como o aparecimento da Psicologia Positiva, que veio de certa forma contribuir para uma maior aproximação à compreensão dos seus mecanismos e ao ensino de métodos para aumentar as potencialidades dos indivíduos no sentido de uma vida emocional mais saudável, não foram porém suficientes para fazerem estagnar a sede da sua procura…
Porque os tempos são cada vez mais de fragilidades, inseguranças e incertezas e nada tendo como garantido, vivemos em estado de “sítio” e de alerta permanente em relação ao futuro e quase sem margem de manobra para podermos controlar “cinestesicamente” todos os seus movimentos.
Sem a capacidade de controlarmos os limites do que desejamos perante a infinidade do que o mundo ainda nos pode oferecer, o sentimento de culpa vai aumentando em nós à medida que o tempo passa e apenas nos permite olhar para trás com a sensação de que estivemos lá, em cada momento, mas sem efectivamente podermos inalar os seus odores e saborear toda a gama dos seus paladares…
No passado, o tempo parecia não ter pressa de ir a lugar nenhum e a palavra felicidade quase que passava despercebida no vocabulário porque naturalmente se camuflava de pura alegria na simplicidade do quotidiano de cada um… Agora, vive-se a correr na sua perseguição como se a felicidade fosse algo exterior a nós e os nossos sentidos não a
conseguissem agarrar… (…) A felicidade a existir, será apenas um lugar de entendimento entre a turbulência e a serenidade dentro da simplicidade dos sentidos!!!!

02 1024x682 Um lugar chamado simplicidade...

Grácia Nunes
Animadora de Psicologia Positiva

Excerto da entrevista a Pedro Tochas

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IN – O comportamento humano é a sua principal fonte de inspiração. O que é que o apaixona no Homem?

PT – Do que gosto mais no meu trabalho é de tentar encontrar aquilo que julgamos único, só nosso, e descobrir que, afinal, é mais comum do que imaginamos.
Inspiro-me em situações que vivi e tento extrapolá-las. É disso que gosto. Julgamo-nos todos especiais mas afinal somos iguais uns aos outros. Todos procuramos o amor, a felicidade, o bem-estar, a saúde. Com a Internet nota-se muito essa homogeneização: por mais bizarra que a nossa linha de pensamento seja entendida, uma breve pesquisa na Internet revela-nos “n” pessoas que a partilham. É muito interessante analisar essa realidade. Além disso, a natureza humana é um tema intemporal, posso trabalhá-lo sempre.

IN – Disse algures que, em cada noite, o artista tem que ser o melhor, tem sempre algo a provar. Na conjuntura de profunda crise social e económico-financeira que Portugal atravessa de que forma as pessoas podem provar que são as melhores e assim manterem o seu trabalho ou encontrar um novo?

PT – Uma das formas é descobrirem algo que realmente as motive e que gostem de fazer. Ao fazer algo que nos apaixone empregamos mais esforço e dedicação nessa tarefa. Vemos o trabalho como um prazer, não como um esforço. Mas isso não basta, é preciso ser bom naquilo que se faz e possuir uma mais-valia que nos distinga da concorrência.
Hoje, um trabalhador médio, desatualizado, tem sérias dificuldades no mercado de trabalho. Não conheço ninguém realmente bom na sua profissão que esteja desempregado. Mas ser bom vai muito para além do plano técnico, é também ser competente a comandar e a ser comandado, a comunicar, a relacionar-se com os outros. Obviamente que chegar a este patamar requer dedicação, esforço, pró-atividade, dinamismo e formação contínua.

Revista 1 Artigo Tochas Excerto da entrevista a Pedro Tochas